Junior Barranquilla x Flamengo: prováveis times, onde acompanhar, desfalques e palpites

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Atual campeão da Libertadores, o Flamengo estreia nesta quarta-feira, às 21h30, na edição desta temporada. O rival será o Junior Barranquillla, na Colômbia: um conhecido dos tempos das semifinais da Sul-Americana de 2017, quando o então time comandado por Reinaldo Rueda venceu os dois duelos.

> Confira a tabela da Libertadores

Na ocasião, o Fla não foi campeão do continente, o que, contudo, ocorreu pela principal competição no ano passado. Agora, Jorge Jesus terá a missão de defender a taça, mas superar o empecilho dos quatro titulares que não estarão à disposição (Rodrigo Caio, Rafinha, Willian Arão e Bruno Henrique).

Do outro lado, o comandante Julio Comesaña aposta no badalado ataque composto por Téo Gutiérrez e Borja. O confronto em Barranquilla promete.

JUNIOR BARRANQUILLA X FLAMENGO
1ª RODADA DO GRUPO A DA LIBERTADORES

Estádio:Metropolitano, em Barranquilla (COL)
Data: 4 de março de 2020, às 21h30 (de Brasília)
Árbitro:Alexis Herrera (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego (VEN) eTulio Moreno (VEN)
Onde acompanhar: Globo,SporTV e Tempo Real do LANCE!
Parcial de vendas: Não divulgado.

JUNIOR BARRANQUILLA (Técnico:Julio Comesaña)
Viera; Piedrahita, Rosero, Mera e Fuentes; Cetré, Moreno, Sánchez e Hinestroza; Borja (Carmelo Valencia) e Téo Gutiérrez.

Suspensos: –
Pendurados: –
Lesionados: –

FLAMENGO (Técnico: Jorge Jesus)
Diego Alves; João Lucas (Berrío), Gustavo Henrique, Léo Pereira e Filipe Luís; Thiago Maia, Gerson, Arrascaeta, Everton Ribeiro; Pedro (Vitinho) e Gabigol.

Suspenso:Willian Arão
Pendurados: –
Lesionados: Rodrigo Caio, Rafinha e Bruno Henrique

PALPITES: Na redação do L!, 60% acreditam em vitória do Flamengo, 20%, em empate e o restante, 20%, em triunfo dos mandantes colombianos.

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Santos do primeiro tempo contra o Mirassol é o que todos querem ver

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Depois de um início de ano cheio de pressão, principalmente pelo mal desempenho em campo, o Santos voltou a vencer jogando bem. Neste sábado, o Peixe bateu o Mirassol por 3 a 1, na Vila Belmiro, pela nona rodada do Campeonato Paulista, sem grandes sustos e construindo o placar com menos de 45 minutos.

Jesualdo Ferreira iniciou a partida com a décima escalação diferente em dez jogos. A grande novidade da noite foi a estreia de Madson pela lateral-direita. O meio campo foi o mesmo que construiu a virada sobre o Defensa y Justicia, na última terça-feira, pela Copa Libertadores, na segunda metade da etapa final, com Jobson como cabeça de área, Sánchez sendo o segundo homem de meio campo e Diego Pituca mais próximo do ataque, pelo lado esquerdo. Essa ideia de jogo favoreceu as decidas ofensivas dos laterais e compactou o meio que trocou passes com qualidade como nunca antes na temporada.

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Os primeiros 45 minutos lembrou o Santos vice-campeão brasileiro em 2019, sob o comando de Jorge Sampaoli. O time transitou ofensivamente com muita intensidade e criou diversas oportunidades de perigo no primeiro tempo. O gol de Diego Pituca, logo aos três minutos de partida, foi o reflexo da ideia levada a campo e impressa durante o jogo. Felipe Jonatan aproveitou o corredor ofensivo, trabalhou com Soteldo e na entrada da grande área, pelo lado canhoto, Pituca encheu o pé para abrir o placar.

Embora o desempenho contra Palmeiras e Defensa, nas duas últimas partidas, tenha sido superior ao do início da temporada, a vitória contra o Mirassol foi a primeira vez que o Santos encheu os olhos de quem o assistiu em 2020.

O único ponto negativo a ser registrado foram as bolas aéreas defensivas. Foi em uma falha, onde a zaga não subiu após um cruzamento em cobrança de falta, que o Mirassol marcou o seu “gol de honra”. A defesa teve dificuldades em outras situações de bolas alçadas, seja com bola rolando ou parada.

Na etapa final, o Santos colocou o pé no freio e sentou no resultado construído nos primeiros 45 minutos. Mesmo assim, pôde mostrar controle de jogo e durante todo o segundo tempo permaneceu dando ritmo a partida. Controle de ímpeto normal para uma equipe queem 72 horas joga pela Libertadores, nesta terça-feira, contra o Delfin-EQU, na Vila Belmiro, pela segunda rodada da fase de grupos da competição continental.

Ousadia de Diniz é premiada e São Paulo consegue virada no clássico

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Com participação decisiva de Fernando Diniz e Pablo, o São Paulo bateu o Santos, de virada, por 2 a 1, e encaminhou sua classificação para as quartas de final do Paulistão. Alteração no intervalo da partida e superioridade numérica em campo fizeram a diferença em clássico com portões fechados no Morumbi. Segundo tempo avassalador foi suficiente para garantir os três pontos.

TABELA
> Veja classificação e simulador do Paulistão clicando aqui

Como era de se esperar, o Tricolor começou o jogo com mais iniciativa do que o Peixe e comandava praticamente todas as ações do duelo. O adversário conseguia segurar o ímpeto, mas tinha a vida facilitada pelo ritmo menos acelerado dos mandantes. Os espaços eram encontrados por trás da última linha de defesa santista, pelo lado direito, mas as chances eram raras.

O Santos parecia entender melhor o jogo e passou a jogar nos erros são-paulinos e eles aconteciam basicamente pelo lado direito da defesa, com Juanfran e Arboleda, na saída de bola, além de espaços deixados na intermediária defensiva. Foi a partir de um erro de passe de Antony, porém, que o clube do Morumbi levou um gol e ficou atrás no placar.

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Em reação ao gol sofrido, o São Paulo tentou apertar o Santos na fase final da primeira etapa, mas não conseguia dar volume a essas tentativas e caminhava para o intervalo com problemas a resolver, quando Jobson acertou a coxa de Daniel Alves e acabou expulso pelo segundo amarelo, facilitando a vida tricolor. Na volta, o time teria mais de 45 minutos para virar o marcador.

Pensando nisso, Fernando Diniz ousou na alteração ao voltar do vestiário: tirou Bruno Alves e colocou Pablo para aumentar o poder de ataque da equipe. Não deu outra. A pressão ficou ainda maior e o sufoco do Santos praticamente incontrolável, sem saídas. O gol de empate passou a ser uma questão de tempo, tamanha a superioridade dos mandantes no clássico.

E o gol saiu logo, mas em uma jogada de bola parada, em que Everson se atrapalhou com seus zagueiros, deixando a bola livre para Pablo, que entrou após o intervalo, encher o pé e balançar a rede. Era o empate, que claramente não era o suficiente para o São Paulo de Diniz, que permaneceu martelando o Santos, porém com excesso de preciosismo na definição das jogadas.

Foi aí que em mais uma jogada de bola aérea, a defesa do Santos vacilou novamente, viu a bola cruzar a área algumas vezes, até que em uma delas Antony achou a cabeça de Pablo, que escorou para marcar o seu segundo tento na partida, o da virada tricolor em um Morumbi vazio. Era o prêmio para o time da casa, que aproveitou da superioridade técnica e numérica para vencer.

Depois de virar o placar, o São Paulo continuou buscando o ataque para ampliar a vantagem em cima do Peixe, e realmente parecia que com um pouco mais de capricho teríamos uma goleada, que acabou não acontecendo. Mesmo assim, ficou bem nítido que os três pontos vieram, como muito mérito, devido à alteração de Diniz em cima do homem a mais em campo.

Pela segunda partida consecutiva, resultado e desempenho convergiram. Por pouco essa sinergia, como gosta de dizer o técnico tricolor, não foi quebrada por um vacilo defensivo. A consistência parece estar sendo encaminhada para grandes passos nesta temporada. A vitória no clássico é mais um deles, principalmente pelo ressurgimento da confiança de Pablo.

CRB levou a melhor contra o CSA nos clássicos da última década

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Eternos rivais no futebol alagoano, CRB e CSA protagonizam a grande rivalidade do estado e antes da parada do futebol nacional, ambos se preparavam para mais um clássico que iria encerrar a primeira fase do torneio estadual.

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Se o duelo tivesse de fato acontecido, o Galo entraria em campo com um ligeiro favoritismo, já que atravessa uma fase melhor. Após um início de ano instável, Marcelo Cabo colocou ordem na casa e o time encaixou.

Do outro lado do confronto o CSA ficaria com o papel do ‘azarão’. Cercado de expectativas por conta dos reforços, o time não engrenou dentro de campo e colecionou fracassos, como, por exemplo, as precoces quedas na Copa do Brasil e Copa do Nordeste.

Mas apesar dos momentos opostos, será que o CRB conseguiu ao longo da década se sobressair em cima do maior rival. Confira os números abaixo:

Entre 2010 e 2019, CRB e CSA se enfrentaram 34 vezes em jogos válidos pelo Alagoano, Copa do Nordeste e Série B. A vantagem é do Galo, com 15 vitórias, contra apenas 7 do Azulão.

O maior número de encontros aconteceu pelo Alagoano, com vantagem de 14 a 6 para o lado vermelho. Na Copa do Nordeste o equilíbrio prevalece, com uma vitória para cada lado e dois empates. Por falar em igualdade no marcador, os rivais só empataram nos encontros da Série B.

Confira o retrospecto:

2010 a 2019
Vitórias do CRB: 15
Vitórias do CSA: 7
Empates: 12

Opinião: manutenção dos pontos corridos é uma decisão acertada

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Com a recente paralisação dos principais eventos e campeonatos esportivos em decorrência da pandemia causada pela COVID-19, não é de se estranhar que “oportunistas de plantão” aproveitem o momento para levantarem o debate sobre temas absolutamente ultrapassados. No futebol brasileiro, por óbvio, isso não é diferente.

Dentre os diversos temas em voga diante deste cenário, um merece especial atenção, afinal, é tema recorrente e praticamente imortal: o clássico debate sobre qual é a melhor fórmula de disputa para o Campeonato Brasileiro, a principal competição nacional – “pontos corridos” ou “mata-mata”?

Em que pese já estar comprovado, por números e projeções, o benefício dos pontos corridos, muitos ainda tendem a reacender esta discussão. Como principal argumento para a volta do mata-mata, temos o fator emoção. Para os defensores desta fórmula, com a adoção do mata-mata, o Campeonato Brasileiro ficaria mais emocionante e imprevisível, ingredientes fundamentais e responsáveis por consolidar o futebol como um dos esportes mais apaixonantes do mundo.

Em contrapartida, pelo lado da razão, temos a fórmula dos pontos corridos disputados em turno e returno, que, além de beneficiar os clubes mais regulares e planejados, beneficia toda cadeia produtiva do futebol, inclusive os próprios torcedores que, por ventura, prefiram o sistema de mata-mata.

Neste sentido, enquanto o último Campeonato Brasileiro disputado no sistema de mata-mata, em 2002, totalizou 204 partidas, sendo 190 delas disputadas na fase de classificação e 14 nos confrontos eliminatórios, atualmente, com a consolidação da fórmula dos pontos corridos em turno e returno com 20 clubes, chega-se ao expressivo número de 380 partidas.

Cabe ressaltar que, nesta hipótese, a quantidade e a certeza do número de partidas que serão disputadas foram fundamentais para os clubes estruturarem os programas de sócio-torcedor e desenvolverem o sistema de pay-per-view, hoje fontes essenciais de receita para as entidades esportivas. Além disso, pelo caráter decisivo que todos os jogos possuem no sistema de pontos corridos, vimos um aumento substancial na média de público nos estádios e, por consequência, na renda das bilheterias, conforme aponta o estudo da CIES Football Observatory (Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte), publicado em abril de 2019.

O cenário atual, de paralisação dos eventos esportivos em razão da pandemia, vem corroborar os argumentos acima expostos. Neste momento de instabilidade, sem previsão e informações concretas de quando o futebol brasileiro retornará, inclusive se retornará com a presença de público, torna-se imperioso saber o número exato de partidas da principal competição do país, principalmente para facilitar em futuras negociações com patrocinadores e televisão.

É importante salientar que o Campeonato Brasileiro, pela sua extensão e magnitude, é o único campeonato por aqui disputado na fórmula de pontos corridos, podendo os amantes do mata-mata se deleitarem com os demais campeonatos disputados neste formato (Campeonatos Estaduais, Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores).

Diferentemente da emoção, fator primordial para quem justifica a adoção do mata-mata, a fórmula de pontos corridos baseia-se na razão, que se escora em fatores econômicos e produtivos, responsáveis diretos por desenvolver todos os agentes da indústria do futebol nacional.

Ao que parece, tal entendimento foi escolhido por vários agentes do futebol em recente reunião, realizada em 26 de março entre a CBF e os presidentes de 32 agremiações, onde, dentre outros temas, discutiu-se a fórmula de disputa do Campeonato Brasileiro de 2020, optando-se, por unanimidade, pela manutenção do sistema de pontos corridos, demonstrando claramente oferecer maiores benefícios e vantagens a todos.

Vitória do futebol brasileiro!

*Texto por Vantuil Gonçalves, advogado especializado na área esportiva, membro da Câmara Nacional de Resolução de Disputas da CBF e sócio do T.G Advogados Associados.

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Base oferece novas opções para Ramon fortalecer o elenco do Vasco

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À medida que o Vasco se prepara para o Campeonato Brasileiro, o técnico Ramon Menezes vai ganhando novas cartas para fortalecer seu elenco. Nos jogos-treinos da última semana (contra Porto Velho-RO e Macaé), atletas oriundos das categorias de base trouxeram novos atalhos que podem ser cruciais para o Cruz-Maltino se fortalecer.

Entre os titulares, além de Talles Magno já ter se firmado desde o ano passado, o setor ofensivo ganhou um bom caminho para o lado direito se firmar. Mais solto e com seu estilo driblador, Vinícius tem variado seu posicionamento com Yago Pikachu, no intuito de confundir a marcação adversária.

Porém, outros jogadores mostraram o quanto vão buscar seu lugar ao sol. De volta ao clube após uma passagem pelo CSKA (RUS), Lucas Santos sinalizou que adquiriu maior visão de jogo. O atacante fez boas inversões de jogo, se apresentou mais para as investidas e não se intimidou: em um cochilo adversário, avançou e anotou um gol.

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Dois jogadores que lidaram com as oscilações recentes da equipe também deixaram boas expectativas para o técnico Ramon Menezes. Atuando mais aberto pela direita, Gabriel Pec ganhou mais vigor a cada ataque.

Tiago Reis, que despontou no Carioca de 2019 como um promissor fazedor de gols, também indicou um espaço no qual pode jogar: como um centroavante nato, perto dos zagueiros. Por lá, se apresentou para oportunidades e participou da jogada do gol de Bruno César.

As outras “cartadas” vêm se impondo aos poucos no setor defensivo. Sem o capitão Leandro Castan nos jogos-treinos, Ulisses manteve a seriedade na dupla de zaga formada com Ricardo Graça.

Já em seu primeiro ataque diante do Macaé, Cayo Tenório não titubeou: cruzou com precisão para Lucas Ribamar cabecear para a rede. O fato de Ramon Menezes ter feito parte comissão técnica do Cruz-Maltino é visto como essencial para que os jovens se encaixem pouco a pouco no time.

– O Ramon acompanhava sempre a base, estava vendo nosso desempenho nos jogos. Ele procurou ajudar a gente ao máximo, entende muito o nosso lado e fica até mais fácil para nós compreendermos tudo o que ele fala – afirmou Cayo Tenório.

A união do elenco também se torna importante para garantir que os jovens se firmem como boas alternativas. Cayo Tenório mostra otimismo com a maneira como lida como os jogadores tratam os “meninos da Colina”.

– É um grupo acolhedor, o que acaba ajudando a gente a desempenhar um bom trabalho. Cada um de nós vamos buscando espaço. Lucas Santos, Tiago Reis… Todo mundo vem trabalhando bem durante o ano. E o clube vem com um trabalho muito bom nessa transição entre a base e o profissional – declarou.

Cabe aos garotos mostrarem o quanto podem crescer com a camisa cruz-maltina.

Santa e Náutico no mata-mata e Sport em crise; Saiba como ficou o trio de gigantes no Pernambucano

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Chegou ao fim a Primeira Fase do Campeonato Pernambucano. Em rodada agitada no ultimo domingo, ficou decidido quais times estão nas quartas de final e os que irão lutar no quadrangular contra o rebaixamento.

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As únicas exceções na jornada foram Santa Cruz e Salgueiro, que estão garantidos na semifinal e apenas cumpriram tabela.

Trio de Gigantes

Os gigantes do estado tiveram sensações distintas ao término da Primeira Fase. O que mais comemorou foi o Santa Cruz, que teve uma campanha excelente, mostrou força de conjunto e ficou com a ponta da competição, com 25 pontos. O desempenho colocou o Tricolor automaticamente na semifinal.

O Náutico viveu altos e baixos. Envolvido com a Copa do Nordeste, o Timbu poupou alguns jogadores no estadual e chegou pressionado na rodada final. No fim, a vitória em cima do Salgueiro deixou a equipe na quarta colocação e garantido nas quartas de final.

A decepção foi o Sport. Com um início de ano ruim, a equipe trocou Guto Ferreira no meio do caminho e apostou em Daniel Paulista. O treinador pegou um time desanimado, que pagou pelo começo de ano abaixo do esperado. O resultado foi a sétima colocação e a disputa no quadrangular do rebaixamento.

Confira os jogos das Quartas de Final:

Retrô x Afogados
Náutico x Central

Semifinal

Santa Cruz x Náutico ou Central
Salgueiro x Retrô ou Afogados

Técnico do Santa Cruz pede torcida na final do Campeonato Pernambucano

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Na próxima quara-feira, o Santa Cruz reencontra o Salgueiro pela final do Campeonato Pernambucano e o técnico do Tricolor, Itamar Schulle, colocou uma pitada de polêmica na decisão.

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No bate-papo com a assessoria do clube, o comandante sugeriu a presença da torcida no Arruda e justificou o seu pedido usando como exemplo mercado e praia.

‘Eu sempre disse que o estádio foi feito para a torcida senão não teríamos as arquibancadas. Se você vai no mercado, tem mais 500, talvez 1.000 pessoas em Recife. Como é que você não libera? Mesmo que não seja a totalidade. Libera pelo menos a metade do estádio, cada um fica a dois metros um do outro. Não pode no estádio? Como é que pode na praia? Como pode em um mercado? Em um restaurante? Eu fui essa semana e cada pessoa sentava a dois metros um do outro e mesmo assim tinham pessoas juntas. Na praia, têm sempre 10 ou 15 pessoas juntas. Mas no futebol não pode. É a minha opinião. Tem que ter cuidado, mas só no futebol? No mercado não tem cuidado. Na praia não tem cuidado. As outras coisas também não têm. Só no campo que pega?’, indagou.

‘Eu acho que poderia, com consciência, se liberar uma parte do estádio para que possamos ter no Arruda a participação da nossa torcida. É para isso que existe estádio. Seria lindo fazer uma decisão em casa e ter nosso estádio cheio de gente conosco para a conquista desse campeonato’, finalizou.

Panorama da Decisão

Com o empate por 1 a 1, Santa Cruz e Salgueiro decidem o título no Arruda. Quem ganhar leva a taça. Se o jogo terminar em igualdade, a disputa do título será na marca da cal.

Weverton é poupado contra o Flu e Felipe Melo fora por quatro jogos

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O Palmeiras não terá o goleiro Weverton na estreia do Campeonato Brasileiro contra o Fluminense, nesta quarta-feira (12) às 21h30, no Maracanã. O camisa 1 será poupado por Vanderlei Luxemburgo e Jailson entra como titular pela primeira vez no ano em uma partida como titular.

A informação foi dada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo em um live no Instagram organizada pela assessoria dele.

-O Palmeiras em algum momento vai ter de tomar uma decisão importante de preservar, como fiz agora. O Weverton está agarrando até agora, ele está com os pênaltis dentro dele. Deixei ele em São Paulo para descansar e vai jogar o Jailson, para tirar dele o Paulista. Amanhã vai acontecer isso com alguns jogadores, também – declarou Luxemburgo.

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O técnico também falou sobre Felipe Melo, que se recupera de uma lesão na coxa esquerda. O capitão atuou no sacrifício na final do Paulistão e agora deverá ficar fora por quatro jogos até a recuperação total.

– O Felipe Melo tinha uma lesão que vai deixar ele afastado por quatro jogos. Ele não jogaria o segundo jogo, jogou pelo departamento médico e a estrutura que oferece a chance de tratar o atleta. Com o Felipe Melo a dor dói menos que todo mundo. A estrutura do Palmeiras nunca vi nada igual no futebol brasileiro. É um negócio espetacular em todos os sentidos – completou Luxa.

Liverpool man backed to sign new deal

Liverpool midfielder Naby Keita could sign a one-year extension on his current Reds deal, an action that former England goalkeeper Paul Robinson has urged the club to consider.

The Lowdown: Keita into final year of contract

The 27-year-old arrived on Merseyside in 2018 after agreeing a move from RB Leipzig the previous year, but his time at Anfield has been hit-and-miss to date.

Keita is now into the final year of his current Liverpool contract and he has not yet agreed to sign an extension, meaning his future is very much up in the air.

It remains to be seen what will happen, although the Guinean’s latest injury absence certainly doesn’t help his plight.

The Latest: Robinson urges new deal for Keita

Speaking to Football Insider, Robinson said he could envisage Keita extending his stay at Liverpool for another year, with keeping hold of him preferable for the Reds.

The Sky Sports pundit has even urged the club to give strong consideration to awarding the 27-year-old a new deal, stating:

“A lot will depend on his injury record this season. I don’t think a year extension is out of the question. He was good for the majority of last season.

“They let Wijnaldum leave too quickly and that did not work out from the club or player’s point of view. I imagine they regret not giving him that contract extension.

“If they can get Keita back fit and back in the team it might be worth giving him another year just to see if he can prove his fitness.

“It is an area that Liverpool are light in. They need a few bodies in that area. They already need another two and that’s without losing Keita.”

[freshpress-quiz id=“398089″]

The Verdict: Tough call for Klopp

Keita has been such a divisive player during his time at Liverpool, with some championing his direct, aggressive style but others feeling he has not come close to living up to expectations.

[freshpress-poll id=“399042″]

It’s not the midfielder’s quality which is generally in doubt – Virgil van Dijk has called him ‘world-class’ in the past – but his constant injury problems have proven to be hugely frustrating, with Jurgen Klopp unable to rely on him for long periods.

Giving him an extra year could make sense, especially given Liverpool’s current midfield issues and the fact that James Milner, Jordan Henderson and Thiago are all into their 30s, but another long-term deal for the enigmatic Guinean would make no real sense.

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